Transplante Capilar Feminino — Uma Abordagem Diferente
A queda de cabelo feminina apresenta-se de forma diferente da calvície de padrão masculino — e requer uma abordagem cirúrgica diferente. As mulheres raramente desenvolvem as zonas de calvície bem definidas observadas nos homens. Em vez disso, a alopecia de padrão feminino (APF) apresenta-se tipicamente como um afinamento difuso na coroa e na risca central, com a linha frontal geralmente preservada. A alopecia de tração, a queda hormonal e a alopecia cicatricial são outros padrões comuns em pacientes do sexo feminino.
Na Hairmedico, o Dr. Arslan Musbeh aborda os casos femininos com critérios de avaliação específicos: avaliação da zona doadora (que também pode apresentar afinamento difuso), a escala de Ludwig de queda capilar, historial hormonal, e uma avaliação franca sobre se a restauração cirúrgica é adequada na fase atual.

Quem é Candidata?
As candidatas típicas ao transplante capilar feminino incluem mulheres com: recessão da linha capilar estável e definida (padrão de alopecia fibrosante frontal), alopecia de tração resultante de stress mecânico prolongado na linha capilar, cobertura de cicatrizes de cirurgias ou lesões anteriores, e alopecia de padrão feminino estabelecida com uma zona doadora estável e adequada.
Mulheres com afinamento difuso ativo em todo o couro cabeludo — incluindo a zona doadora — requerem uma avaliação mais cuidadosa, uma vez que transplantar a partir de uma zona doadora enfraquecida arrisca a falha dos enxertos. O Dr. Arslan avalia sempre a qualidade da área doadora antes de recomendar cirurgia.

Técnica — FUE ou DHI?
Para pacientes do sexo feminino, o DHI (implantação com caneta Choi) é frequentemente preferido porque permite colocar os enxertos entre os cabelos existentes sem rapar a zona recetora — mantendo a cobertura durante toda a recuperação. A FUE continua adequada para casos específicos, particularmente na restauração da linha capilar, onde uma zona doadora e recetora claramente definida permite um rapado planeado. O Dr. Arslan seleciona a técnica adequada com base na anatomia e apresentação específicas de cada paciente.
